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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Para mais logo à noite...

Ser solidário com a Liga Portuguesa Contra o Cancro é contribuir para esta nobre causa que é a luta contra este flagelo. Por cinco euros, que reverterão totalmente a favor da anteriormente citada Liga, ao mesmo tempo que está a ser solidário, será brindado com a performance de um artista, dono de uma das mais belas e extraordinárias vozes masculinas, das que cantam no nosso país; falo de Luís Portugal, ex-vocalista dos saudosos "Já Fumega". Deixo um vídeo para adocicar a curiosidade de todos quantos se perguntam - Como será que vai correr a noite de logo? - , na maravilhosa e bela sala do Teatro Municipal Sá de Miranda!
 
 
 
Lindo...
 
 
NÃO SE ESQUEÇA, MAIS LOGO À NOITE, NO TEATRO MUNICIPAL SÁ DE MIRANDA! SEJA SOLIDÁRIO!
 
 

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

DIVULGAÇÃO!

Para divulgação e para quem queira dar "cabo do cabedal", descobri esta imagem na Internet e achei interessante a sua divulgação, para todos quantos se possam interessar por estas actividades desportivas. As senhoras, pelo que tenho visto em Lanheses, aderiram em número alargado às aulas de aeróbica que ocorrem na Casa do Povo e têm nesta data, mais uma oportunidade para praticar exercício físico, assim como para eles, um bocadinho de fitness para abater a "barriguita" de cerveja, não faz mal a ninguém!
 
 
 
 
Vamos lá queimar calorias...
 
 
 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Assim vai a "Velha Europa"...cega,cega, cega!!!

Descobri mais uma imagem engraçada na Internet, tipicamente ilustrativa de como vai politicamente esta "Velha Europa", incapaz de se adaptar aos tempos modernos e mudar de uma vez por todas, aquilo que ainda poderá mudar...isto é, caso vá a tempo! E não! Não estou contra o perdão dado, à colossal dívida grega!
 
 
Visão Europeia...(risos).
 
 
Até quando o - cada um por si - enquanto a agonia se demora no nosso horizonte...???
 
 
 
 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

DIVULGAÇÃO!

LIGA PORTUGUESA CONTRA O CANCRO!
 
 
 
 
Vai realizar-se na próxima sexta-feira, dia 30 do corrente mês, pelas 21.30h, um concerto musical solidário, promovido pela Liga Portuguesa Contra o Cancro, no Teatro Municipal Sá de Miranda, sendo que a receita apurada reverterá totalmente para que se encontrem ou continuem a encontrar, meios para que a luta contra esta doença, este flagelo, possa continuar a ser travada todos os dias.
 
O concerto será abrilhantado, todo ele, pelo conhecido musico nacional Luís Portugal, quem não se lembra dos Já Fumega e da sua voz tão característica, e terá uma comparticipação por pessoa, no valor de 5.00€, que reverterão a favor da referida associação.
 
Pode, quem o deseja, reservar ingresso nas instalações da Junta de Freguesia, Pastelaria Arezes e Tasco do Neu, ou então contactar Maria de Fátima Pimenta Agra, moradora no Lugar do Sobral e representante para Lanheses desta causa.
 
Para quem não tenha meio de transporte para se deslocar a Viana do Castelo e ao seu belíssimo Teatro Municipal, a Junta de Freguesia de Lanheses, colaborando com esta nobre causa, porá à disposição meio transporte através da cedência da sua carrinha, desde que reservado também, aquando da compra do ingresso.
 
Uma nobre causa que deveria ser apoiada por todos, sem excepção e, lembre-se, ninguém está imune a este flagelo.
 
 
Quem sabe um dia, não será você a necessitar de ajuda...(oxalá que nunca)!
 
 
 
 
 

Sentindo-se vivo, vendo rostos de quem já morreu!

Mórbido o tema deste tópico? Talvez!
 
 
Enquanto preparava mais um cigarro na sua maquineta rústica, o autor do blogue, olhando a paisagem meadelense em redor de si, junto à casa que o viu nascer para este mundo e onde foi criado, tomou a decisão de dar um passeio pelas ruelas da aldeia, que hoje em dia é cidade, absorver os seus odores, mirar os seus tons, e quando os olhos se detiveram nas paredes cinzentas e lúgubres do cemitério que serve a freguesia, decidiu...
- Vou fumar um cigarro enquanto dou um passeio a pé e vou até ao cemitério, ver rostos de quem já partiu...alguém quer vir?
 
Já no caminho, na rua, o autor do blogue, viu-se acompanhado por seu pai; aqueles cabelos brancos, que em tempos já foram longos e negros como o céu nocturno, aqueles olhos verdes, de uma cristalinidade tal, dão, ao autor do blogue, um conforto pessoal, uma paz tal, difícil de almejar por outros meios que não sejam a companhia terna e calma do seu progenitor. Quão deliciosa se torna a marcha, quando acompanhados, falamos com aquele que um dia nos deu vida, nos deu alma, se sacrificou por nós, por vezes sem que o merecêssemos até e trocamos as conversas de homem para menino, por conversas de homem para homem! Delicioso! Há poucas coisas na vida tão puras, como o amor (quando verdadeiro e desinteressado), que um pai sente por um filho. Fantástico quando vimos aquele homem que toda a vida nos protegeu, e por nós comeu, por vezes, o pão que o diabo amassou; feliz, a discutir as mais variadas matérias com o seu filho! Desde o casario em redor de sua casa, os caminhos da aldeia, passando até, por matérias mais intimas.
 
No entanto com o aproximar da entrada do cemitério a conversa foi mudando, para se transformar radicalmente. Quando já no seu interior, num misto de roteiro pelos túmulos de quem já faleceu e que por um ou outro motivo, o autor do blogue desconhecia...a conversa foi fluindo:
 
- Olha (fulano de tal), lembras-te dele, era o senhor que... - e por aí em diante.
 
Num misto de satisfação e também alguma incredibilidade, o autor do blogue, talvez por estar naquele local, começou a pensar em como é bom estar vivo, precisamente, quando estamos ainda, na companhia dos nossos progenitores! E de repente, o autor do blogue, pensando, deu por ele achando que, realmente para que a vida tenha justificação, por ter sido vivida (pelo menos a bem), o cemitério, para além de um local de culto, torna-se um imenso jardim de recordações e fundamentalmente de justificações! A nossa vida, vivida a bem ou a mal, para isso existe o perdão final, caso a vida tenha sido vivida a mal; tem de ter uma justificação e no final de tudo, quando os olhos deixarem de alcançar a luz, sabe, o autor do blogue, vendo todos estes túmulos deste cemitério, que viveu, e que depois de morto estará ali a prova da sua vida, a tal justificação, para que a vida tenha ocorrido e alguém tenha existido. No final, caso opte por ser enterrado, o autor do blogue sabe que existirá inscrito numa lápide, um conjunto de caracteres que somados e lidos, resultarão no som do seu nome e (talvez) acompanhado também de alguns dizeres de alguém que lhe foi próximo, lamentando a sua morte e venerando a sua memória. Justificação para uma vida vivida! E ali, ao ver aqueles milhares de rostos estampados em fotografias coladas em lápides de pedra, o autor do blogue, ainda que se considere novo, mas vivo, logo condição única para que morra, esta é a nossa natureza, não adianta ludibriá-la, descobriu e sentiu que um dia, morrendo o corpo, o seu desejo será o de ser enterrado naquela terra, ou noutra terra qualquer, mas que tenha para o mundo uma lápide de preferência em ferro oxidado, sem símbolos, sem cruzes, sem imagens de santos e santas, nem senhoras nem cristos, nem tão pouco flores, pois as coitadinhas não precisam de morrer por um dia o autor do blogue ter morrido. Apenas uma lápide, simples, que tape a terra que comerá os seus ossos e onde nela figure o seu nome e uma fotografia de rosto, de modo a que esse mesmo mundo, atrás citado, possa descortinar que o corpo desse, que ali jaz, um dia viveu! Não! O autor do blogue não quer ser cremado! Ser cremado significa ficar confinado a uma caixinha de estanho, guardada num qualquer "baú de recordações", longe do mundo, longe de olhares, longe de quem passa e de longe de quem vê! Apenas quer que todos saibam que um dia viveu e foi feliz, a justificação encontrá-la-ão...numa lápide executada em ferro oxidado! A justificação final para quem um dia, viveu! Um "AQUI JAZ..."
 
Num turbilhão de emoções, o autor do blogue abandonou o cemitério, sempre na companhia do seu progenitor, calmamente, embora pesaroso, por ter visto tanta e tanta justificação de vida, e por saber, que mais cedo ou mais tarde, existirá num imenso e silencioso jardim, como este, o seu nome inscrito numa lápide, rasa e executada em ferro oxidado...
 
Sentindo-se vivo, vendo rostos de quem já morreu, o autor do blogue ainda sentiu mais carinho pelo seu progenitor, sentindo-o vivo, apesar daqueles cabelos já tão brancos...e que um dia foram tão negros!
 
 
Mórbido? Talvez! Mas foi mesmo isto que o autor do blogue sentiu...
 
 
 

domingo, 25 de novembro de 2012

Outono em minhas mãos!

Tenho falado várias vezes aqui no blogue dos tons avermelhados das copas dos bordos, que ocorrem e dão ao Parque Verde e à veiga, um colorido diferente; avermelhado, de muita beleza, mas ainda não tinha feito uma referência em particular às folhas destas mesmas árvores que, com esse seu tom carmim, arroxeado e vermelho intenso até, nos perturbam o olhar, tal a sua exuberância. Quem se passeie a pé por aquelas áreas, deparar-se-á no chão, com centenas destas folhas que caíram das árvores que as sustinham. Pois é. Sendo assim publico três fotografias das ditas folhas, onde se pode ver toda a sua beleza. Tal como na natureza, esta beleza, torna-se algo mórbida, dado que ao atingirem estas colorações, todos sabemos que estas folhas estão...mortas! É o Outono...é a natureza!
 
 
 
 
 
 
 
O Outono em minhas mãos!
 
 
 
 
 
Seguro em minha mão
delicada, vermelha, carmim
folha de um bordo, caída no chão
que o Outono quis que fosse assim.
 
Bela, delicada, singela,
seguro agora outra folha
de coloração mais amarela
húmida, da chuva que a molha.
 
Junto no chão as três folhas
compondo uma composição
amarelo, vermelho, quando olhas,
as folhas que jazem no chão.
 
Agachado, admirando esta coloração
assim seguro, o Outono em minhas mãos...
 
 
(do autor Sérgio Moreira)
 
 
 
 
 

sábado, 24 de novembro de 2012

Criações doces da nossa gente! IV e última Tertúlia.

Decorreu em ambiente festivo a IV e última Tertúlia inserida no âmbito de tertúlias projectado pelo executivo da Junta de Freguesia, sobre o tema, criações doces da nossa gente, uma ode à gula e ao paladar, onde, respondendo ao desafio lançado pela organização, vários dos tertulianos se apresentaram acompanhados por um doce tradicional, outros com licores, em número bastante elevado, o que por si só, já traduz o sucesso com que decorreu esta reunião de amigos!
 
 
 
 
Com o estômago ainda um pouco embrulhado pelos excessos típicos da noite anterior, tantas eram as deliciosas sobremesas apresentadas, para que fossem degustadas pelos convivas, cá escrevo no blogue, ainda algo estremunhado, recordando a doce e suculenta noite que ontem se viveu, no salão auditório do edifício da Junta de Freguesia.
 
Desta vez apostou-se um pouco mais na diversidade de participantes, o que correu muito bem, pois muitos dos convivas, estavam pela primeira vez, a participar neste género de reuniões! O sarau iniciou-se com o discurso do presidente, Ezequiel Vale, enquanto se provavam as primeiras entradas, (acompanhado pelo som melodioso que saía do piano tocado por Paulo Pinto), exortando o tema, cumprimentando todos os participantes e dando uma explicação generalizada acerca do pretendido para esta noite. Segui-se-lhe, Rosa Castro, com a sua voz doce, lendo um poema relacionado com o tema, com a vida e com a embriaguez dos sentidos! Momento muito bonito! Esta senhora é dona de uma terna dicção para declamar poesia...
 
 
 
 
 
E então deu-se o primeiro momento da noite, o primeiro brinde, o brinde com vinho branco, celebrado à amizade entre todos, paz e prosperidade! Momento sempre emotivo e alegre, com todos os tertulianos de pé em enorme salva de vivas, copo na mão e punho em riste, levantando no ar o líquido de Baco em profundo sinal de amizade e respeito uns pelos outros!
 
 
 Todos brindando, com fresco e branco loureiro!
 
 
Foi a vez de Fátima Agra, apresentar um livro que conta já com muitos anos (nele está inscrito o módico preço de 5.00$, moeda antiga) onde o seu autor decidiu atribuir a cada dia do ano uma ementa, tendo sido explanada a mesma ementa correspondente ao dia de ontem, 23 de Novembro.
 
 
Fátima Agra, expondo a todos o conteúdo do livro.
 
 
 
 
Menu para o dia 23 de Novembro!
 
 
Em seguida, passou-se ao jantar própriamente dito, em que foi servido, estilo buffet, um"Goulash" preparado pelo amigo Filipe, marido de Esmeralda, um género de petisco tradicional da Hungria, terra dos "Magiares", no centro da Europa, que estava simplesmente divinal. Este homem tem o dom da cozinha e à semelhança da tertúlia anterior, apresentou um repasto extremamente suculento e com sabor divino! Uma maravilha! Ao Filipe e Esmeralda, os meus parabéns! O "Goulash" húngaro é composto de uma mistura de carnes de vaca estufada, ensopado em caldeirada, onde abundam também variados legumes e este, servido na tertúlia, só diferiu do húngaro, quanto ao género de carne apresentado, neste caso carne de porco, tão tradicional das ementas portuguesas! Uma delícia, não me canso de o afirmar!
 
 
Paulo Pinto ao piano. Infelizmente, Ana Ferreira, não pôde marcar presença nesta tertúlia, por motivos de saúde. Aqui deixo os meus votos de rápidas melhoras e que nos venha de novo alegrar e comover, com a sua voz prodigiosa! No entanto, Paulo Pinto, assegurou com toda a genialidade a componente musical, desta noite!
 
 
O "chef" de serviço, Filipe, explicando o seu "Goulash" e toda a tradição inerente a este cozinhado.
 
 
Terminado o jantar, foi chegado o tempo das sobremesas, o tal que todos ansiavam, que chegasse e desta feita, variando um pouco, foi proposto um jogo. Duas das tertulianas, de olhos vendados, teriam de adivinhar os licores que lhes eram dados a provar. Este foi o momento divertido da noite e que arrancou sorrisos e gargalhadas a todos os presentes. Já agora, diga-se, em abono destas duas lanhesenses, que não se saíram nada mal, adivinhando maioritariamente os licores que lhes iam passando pelos lábios.
 
 
Provando o licor! Ei Presidente, esse frasquinho aí diz-lhe alguma coisa!?!
 
 
Saboreando e adivinhando...
 
 
A Vera, já sorridente, sem a venda nos olhos e divertida com a prova de licores.
 
 
Após este momento deveras divertido, passou-se a novo momento de leitura, onde se leram poemas e se dissertou sobre doces e doçaria em geral, não fosse esse o tema da tertúlia e numa intervenção apaixonada, tão típica de si, Sr. Paraíso fez uma alusão ao mel, como apicultor que é, e apaixonado também pelas abelhas assim como por esta actividade, citando trechos de um livro escrito em poema onde se "canta" o mel e tudo o que lhe está associado na sua produção. Excelente, como sempre nos habituou, ao longo de quatro tertúlias.
 
 
 
"Chico" Meia-noite, lendo um poema que dedicou a sua esposa.
 
 
Sr. Paraíso, aquando da sua intervenção.
 
Continuando, foi chegada a vez (novo desafio proposto pela organização) de todos quantos se fizeram acompanhar da sua tradicional sobremesa ou licor, explicarem o modo de preparação da(o) mesma(o) para em seguida, dar a provar aos convivas. Escusado será dizer, que a alegria e boa disposição, tomaram conta de todos, com as suculentas sobremesas a circularem por todas as mesas, assim como os deliciosos licores e claro, as cabeças, começaram a levitar levemente, com as misturas que se fizeram! Daqui para a frente a noite pautou-se pelo ambiente festivo e esfuziante, onde a alegria deu o mote, para que esta tivesse sido a mais divertida e mais sonora, de todas as tertúlias, onde se cantou, brindou, comeu, bebeu, sempre acompanhados pelo som do piano do Paulo e pelas palmas e cantorias que saiam da boca de todos os presentes. ESPECTACULAR!
 
 
O tema da tertúlia. Hummm...
 
 
Manuela explicando os licores que apresentou. Divinais, especialmente o de morango!
 
 
Carlos Alberto, proprietário da famosa "Quinta do Berto" em Meixedo, apresentando a sua deliciosa jeropiga.
 
 
Ezequiel Vale, comprovando se realmente era boa ou não...(risos).
 
 
Era boa, era, mas evaporou-se num ápice...(risos).
 
 
O mel e os mexidos do Sr. Paraíso fizeram sucesso.
 
 
As suculentas rabanadas do restaurante "A Fornalha", apresentadas pela Paula, que não revelou o segredo do molho...entende-se!
 
 
 
 
Delicioso...
 
 
As sobremesas iam passando pelo prato...hummm!
 
 
Uvas em bagaço...delícia!!!
 
 
Também tive o momento para apresentar o meu poema, alusivo ao tema...
 
 
...assim como apresentar o licor que levei à tertúlia. Jeropiga de "uvas morangas", onde o segredo está na junção do caramelo e da canela...o resto...é segredo!
 
 
Para o final da prova de licores, bagacinho com mel...delicioso, doce e muito alcoólico...(risos).
 
 
Ia alta a hora da madrugada, quando os primeiros desistentes, começaram a abandonar a sala e ouve lugar para uma despedida muito emocionada, por parte de uma pessoa muito especial. Rosa Castro, após uma maratona de quatro tertúlias, despede-se de todos com um boa noite, meigo e doce, tão típico da sua voz melodiosa, proferindo discurso e não deixando escapar uma lágrima, por constatar o enorme sucesso que este projecto das tertúlias alcançou. Logo ali foi premiada com uma cantiga entoada por todos em jeito de homenagem, alto e bom som, num "Rosa arredonda a saia...".
 
 
Despedida de Rosa Castro.
 
Entre a tremenda algazarra, própria destas reuniões de amigos, mais um copo aqui, outro ali e muita conversa, assim como muitas cantigas, acompanhadas pelo som do piano tocado por Paulo Pinto, que magistralmente conduziu a componente musical durante toda a noite, a solo, assim terminou uma das melhores das quatro tertúlias, senão a mais sonora e divertida, com todos desejando que para o ano, novo ciclo de tertúlias ocorra de novo, prova mais que provada do sucesso da iniciativa levada a cabo pelo executivo da Junta de Freguesia. 
 
Em seguida, algumas fotografias dos tertulianos e toda a alegria por que se pautou, esta IV e última tertúlia de 2012.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 O Presidente serve as mulheres...
 
 
As mulheres brindam!
 
 
Impossível tirar fotografias nítidas, o pessoal não parava...(risos).
 
 
 
 
 
 
 
 
Duas palavras para terminar este tópico.
 
A primeira para com os trabalhadores da Junta de Freguesia, inexcedíveis no que toca a preparar e a servir todos os repastos e vinhos, durante todas as quatro tertúlias, onde podemos ver o brio que sentem por pertencerem a este grupo de trabalho que compõe a equipa de trabalho da nossa edilidade. À Ana, Lídia, Piedade, João e ao jovem Samuel os meus parabéns sentidos, por tão belo e tão bem executado labor! Fantásticos!
 
Para finalizar, uma palavra para com o executivo da nossa edilidade que idealizou, orquestrou e pôs em marcha, este fenomenal ciclo de tertúlias, durante todo o ano, em que uma vez mais a Junta marcou pontos no que toca à promoção da cultura e da amizade entre as pessoas da nossa comunidade. Ao Ezequiel, Hélio e Filipe, daqui endosso os meus mais sinceros parabéns pela ideia e por ousarem ter tido a ousadia de elevarem ao máximo o significado da palavra cultura, em Lanheses.
 
Parabéns aos três!
 
 
No ar, deixo um desejo final, o de que para o ano, 2013, este maravilhoso circulo de tertúlias continue a realizar!
 
 
Um lanhesense, agradecido, eu!