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sexta-feira, 31 de março de 2017

COM CHUVA TAMBÉM SE SACAM FOTOGRAFIAS!

Nem só de tempo bom se alimenta o blogue e o seu autor em demanda de fotografias que se possam considerar dignas de figurar nesta página; não que todas as fotografias sacadas não sejam dignas, mas, para que uma seja digna (mais que as outras) de se incluir neste adjectivo, milhares são todas as sacadas pelo autor e pela objectiva da Fuji (pobre máquina começa a ficar cansada) que depois vão parar ao lixo e, como o céu pejado de nuvens por vezes proporciona a castanho e humano olhar imagens realmente muito boas, eis algumas sacadas e abaixo postadas, precisamente com temporal instalado sobre os "céus de Lanheses"...Chuva e vento, a valsa da natureza que espanta sem cessar!



































Com chuva também se sacam fotografias!
Click...!! Dedos, olhos, obturador e lente a trabalharem
ao dispor, física, química e outras fantasias
para um par que seja de, humanos olhos encantarem!

(do autor Sérgio Moreira)

quarta-feira, 29 de março de 2017

LANHESES DA MINHA LUCIDEZ! - Soneto.

É tão bela a minha aldeia
entre o sonho e a lembrança
com o Lima que a serpenteia 
e para a foz, lânguido avança!

Perdido entre vários matizes
ocres, azuis, verdes, branco e amarelo
sonho vivo entre bandos de cegonhas e de perdizes
fantasia, realidade, em adocicado duelo! 

E assim, de homens e mulheres se fez,
bela, simples, pura e branca
e na sua simplicidade, altivez,

que o olhar, docemente espanca,
Lanheses da minha lucidez
que em irrequieto coração ferrou tremenda tranca!




















(do autor Sérgio Moreira - dedicado a esta aldeia, à sua, Lanheses)

terça-feira, 28 de março de 2017

SULCOS DE VIDA - Dedicado à tia Mariana e à tia Inês - Soneto

Rugas no rosto
olhar sereno
 ao tempo exposto
um esbranquiçado, outro moreno.

Mulheres cuja vida
já leva anos sem fim
ora alegre, ora sofrida,
vida vivida num eterno frenesim.

E quem anos caminhou de vida vivida 
no rosto o tempo, rugas traçou,
sulcos do tempo, sulcos de vida,

que agora em poesia o tempo juntou
numa emoção assim incontida
e a palavra escrita, aqui eternizou!








(do autor Sérgio Moreira, dedicado a estas duas mulheres)




segunda-feira, 27 de março de 2017

AS FACHADAS DA FEIRA DEBRUADAS POR TECIDOS ROXOS

Mais uma animação da responsabilidade dos comerciantes sitos no Largo da Feira, concertados com a edilidade, em tempos de Quaresma, são vários os postes de iluminação engalanados com bandeiras de tecido de cor roxa, que se apresentam ao olhar daqueles (mais atentos) que por ali circulem dando a este largo, um aspecto pouco usual, retratando de uma outra forma a época que se está a viver; quer para crentes e quer para não crentes.

O autor do blogue circulou por ali de Fuji em punho, facto pouco comum nos últimos tempos, é verdade, embora não terminal e daí resultaram as fotografias que abaixo se postam.




























Não sendo de todo uma das cores que mais aprecie, o roxo, é até uma das que mais detesta, acha no entanto, o autor do blogue, que a mesma enquadra o belo largo com a quadra que se vive, que se quer de abstinência e jejum tão de acordo com a tradição cristã.